2009 Julho 3
by carla

Fico de plantão pelo terceiro fim de semana consecutivo.

Delícia, não?

Faz de um, tudo.

2009 Junho 24
by carla

Em frente ao condomínio tem uma loja que é uma Tend Tudo sem fachada. Se você ligar lá, descobrirá que além de vender biclicletas, puxadores,  maçanetas, válvulas de panela, descarga, torneira, TV usada, também funciona uma agência de empregos.

Quem uma diarista? Ele manda.

Um jardineiro, um encanador, eletricista? Ele tem.

Tudo isso atendendo o telefone como se fosse um mega empresário de diversos ramos.

Mas não é o marketing a alma do negócio? Ou seria a arma do negócio?

*

Edu Guedes tem um site. Com livro de receitas na faixa. Mobral. Tudo o que eu precisava, ainda que eu não tenha o tempo necessário para cozinhar sempre.

well, well, well

2009 Junho 19
by carla

Agora sou uma motorista legal novamente.

Só falta um título eleitoral novo. Já que o meu tá na capa da gaita.

Como inaugurar uma cozinha?

2009 Junho 17
by carla
Topoé baratinha tem em todo lugar, mas Topoé de verdade só na revistinha.

Topoé baratinha tem em todo lugar, mas Topoé de verdade só na revistinha.

 

Eu já fazia a alegria das vendedoras de Avon, Natura, blusinhas , pizzas e empadinhas congeladas para pagar-no-dia-do-pagamento.

Agora eu sou a mais nova alegria da vendedora de Tapoé. Ela me vê e já vem toda alegria abanando a revista do mês e dizendo as palavras mágicas: “Tem promoção!”

Porque, olha, uma cozinha sem Tapoé, é uma cozinha sem alma, sem alegria, sem coração, sem graça. Claro, estou falando das Tapoé de verdade, aquelas que não deformam, não têm cheiro de plástico queimado, não deixam escapar o cheiro e … são caras pacaramba.

A propósito, em lugar de Chá de Cozinha, já estou pensando em oferecer minha casa ao enorme sacrifício da reunião de vendas, de passar a tarde olhando vasilhas lindérrimas coloridas, conversando bem fiado com as amigas e comendo salgadinhos. Interesseira? Não. Só um pouquinho…

Faça você mesmo. Ou quase.

2009 Junho 17
by carla

01-CONSTRUIR MOVEIS

 

02-CONSTRUIR MOVEIS

 

 

03-CONSTRUIR MOVEIS

 

Suplemento da Revista Cláudia, lá pelos idos de 19…70.

Se não quiser fabricar, vai lá To* Sto* ou na Lero* Merlin. Tem prontinho da silva.

Nem pergunte.

2009 Junho 17
by carla

E o show?

Tinha uma fila monstruosa (formada por carros com placas provenientes de Leopoldo de Bulhões, Trindade, Guapó, Aparecida e  até Brasília), 1 hora de engarrafamento, polícia rodoviária fazendo espetáculo de pisca-pisca com lâmpada estrobo – esses policiais pensam que são patrulheiros do Chips,  Euclides – o corsa – deu chilique e quebrou o escapamento fazendo um barulho dos infernos, só tinha vaga de estacionamento lá no mato que mais parece uma desova, o trombadinha queria dez contos adiantados pra roubar vigiar, o seguro tá pra vencer, tinha gente saindo até pelos canos do Atlanta.  Fiquei a-pa-vo-ra-da com isso tudo e nós não entramos. Ficamos 80 contos mais pobres e Roupa Nova, agora só em DVD. E no dia seguinte, ouvi a minha irmã dizer que o show foi ótimo, que ela dançou demais, pulou demais, cantou demais. Eu mereço. Eu mereço, né? Quem mandou brincar de alvo com a testa de São Pedro na Santa Ceia? Tô pagando pecados. Só pode.

Em resumo foi isso.

Ah. Esqueci de um detalhe: cólica. Das brabas.

E este foi o show, segundo o meu ponto de vista, contado no meu blog. Se RBG tivesse um blog, acho que a lista seria dobrada.

Pra você ver como a minha vida é cheia de glamour, luxo  e sofisticação.

Dia dos Namorados.

2009 Junho 12
by carla

Ah, mas a propaganda mais bonitinha desse ano foi mesmo a da Tam:

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Então. Feliz dia dos Namorados nós tudim: quem tem, quem tá na procura, quem já achou, quem já teve, quem vai ter.

Obs.: Nós dois, de cá,  já ajeitamos nossa comemoração no show do Roupa Nova. Afinal, a criatura que nunca curtiu uma musiquinha do Roupa  é igual a que nunca escreveu carta de amô.

2009 Junho 12
by carla

O dia: Tão firme quanto prego em gelatina.

Novo Larrrr

2009 Junho 10
by carla

Agora em nova moradia.

Os 15 dias de férias serviram pra arranjar uma nova moradia para chamar de nosso pequeno larrrrr: pra nós dois e Euclides da Cunha –  o corsa que nos carrega –  claro, porque ele não poderia ficar de fora. Toy, o cão carente, optou pela casa de mamã, ele não é nem bobo e sabe que lá a alimentação é da melhor qualidade. Toy não costuma aprovar  minhas experiências na cozinha.

Procurar um imóvel foi uma novela. Mexicana, obviamente.

Durante os 10 primeiros dias de férias, tudo o que conseguimos encontrar foi uma casinha – até bem bonitinha – na mesma rua da casa de mamã. Então marcamos a visita. O dono chegou, meia hora atrasado, com uma baita cara de buzanfa sem lavar, num mal-humor da gota, monossilábico e tão animado quanto o Zé Buscapé

A casinha em questão tinha uma cozinha tão grande que consideramos a hipótese de morarmos só nela e sub-locarmos o restante da casa. O acabamento não era assim uma bras**mp, o teto tava até meio estranho mas, nesse bairro, aquele preço era quase uma liquidação. Por esse preço, poderíamos até tolerar uma vez por mês (nos dias de pagamento) o dono com aquela gentileza de Irmã Selma  que ele tem.

Mas. Sempre tem um Mas. Depois que saímos de lá, nos tocamos que as janelas da casa eram minúsculas. Tipo aqueles vitrôs de banheiro antigo. E janelas pequenas em casas no centro-oeste são uma piada de extremo mau-gosto. É pedir pra sair.  Praticamente um atentado. Sério, ninguém consegue ser bem-humorado, produtivo, legal (e todas essas coisas que a sociedade moderna faz ques-tão-o-o), no calor de setembro, o sol batendo na parede e a casa funcionando como microondas de cozinhar pessoa. Depois, especulando a vizinhança, descobrimos que o antigo morador mudou-se de lá diretamente para debaixo das pedras de Pirenópolis. Tá lá o coitado, morando feito um moxé.

Diante dos fatos… partimos para o próximo imóvel.  Aquele que depois de alguns dias e muitos outros imóveis visitados seria o nosso novo larrrr.

Basta de Queixas.

2009 Junho 10
by carla

Basta de queixas.

(Jorge Forbes – Psicanalista, Psiquiatra e aluno de Jacques Lacan – Livro: Você quer o que você deseja?)

 Todo mundo se queixa o tempo inteiro. Do tempo: um dia do calor, outro dia do frio. Do trabalho: porque é muito ou porque é pouco. Do carinho: “que frieza”ou “que melação”. Da prova: “dificílima” ou “fácil demais”. E dos políticos, da mulher, e do marido, e dos filhos, e dos tios, avós, primos, do pai, da mãe, enfim, de ter nascido.  A queixa é solidária, serve como motivo de conversa, desde o espremido elevador até o vasto salão. Quem tem uma queixa, sempre encontra um parceiro. A queixa chega a ser a própria pessoa, seu carimbo, sua identidade: “Eu sou a minha queixa”, poderia ser dito.

A queixa deveria ser a justa expressão de uma dor ou de um mal-estar, mas raramente ocorre assim. É habitual que a expressão da queixa exagere muito a dor, até o ponto em que a dor acaba se conformando ao exagero da queixa, aumentando o sofrimento. É comum as pessoas acreditarem tanto em suas lamúrias que acabam emprestando seu corpo, ficando doentes, para comprovar o que dizem.

 A causa primordial de toda queixa é a preguiça de viver. Viver dá trabalho, uma vez que a cada minuto surge um fato novo, uma surpresa, um inesperado que exige correção de rota na vida. Se não for possível passar por cima ou desconhecer o empecilho, menosprezando o acontecimento que perturba a inércia de cada um, surge a queixa, a imediata vontade de culpar alguém, vontade que pode ir aumentando até o ponto em que a pessoa chega a se convencer paranoicamente de que todos estão contra ela, que o mundo não a compreende e que por isso ela é infeliz, pois nada dá certo, enquanto outros, com menos qualidades, obtêm sucesso.

 (…)

Por isso, toda queixa é narcísica.

 (… )

Não confundamos: é importante separar a queixa narcísica da reivindicação justa, mas esse é outro capítulo. Aliás, é comum o queixoso se valer da nobreza das justas reivindicações sociais para mascarar seu exagerado amor-próprio.

 Um momento fundamental em todo tratamento pela psicanálise é o dia em que o analisando descobre que não dá mais para se queixar. Não que as dificuldades tenham desaparecido por encanto, mas o “tirem isso de mim”, base de toda a queixa, perde o seu vigor, revela-se para a pessoa em todo o seu aspecto fantasioso. É duro não ter a quem se queixar, não ter nenhum bispo, um departamento de defesa dos vivos, como há o dos consumidores. A pessoa pode perder o rumo, não saber o que vai fazer, nem mesmo saber quem é.

…)

Há que se ajustar a palavra à vida, conciliar a palavra com o corpo, fazer da palavra a própria pele até alcançar o almejado sentir-se “bem na própria pele”. Também será necessário suportar o inexorável sem se lastimar e abandonar a rigidez do queixume pela elegância da dança com o novo.

2009 Maio 30
by carla

Cachorro picado de cobra, tem medo até de linguiça, orapois.

Sonhar ainda é de grátis, né?

2009 Maio 26
by carla

Há três anos…

2009 Maio 25
by carla

cartoon

Aeroporto de Florianópolis, maio de 2006.

E-mail

2009 Maio 19
by carla

” Caros(as) alunos(as),

Segue atachado a este e-mail o texto de referência, que foi escaneado, embora meu scanner é que tenha sido sacaneado por uma colônia de formigas. Alguém consegue explicar porque formigas adoram equipamentos eletrônicos, mesmo desligados… Ou especialmente os desligados?

Abraços e obrigado,

Professor.”

Na espera por um e-mail todo formal do professor, recebemos este.  Quase eu pergunto de volta: Podemos desenvolver um projeto a respeito? Eu conseguiria uma bolsa de estudos para dedicar-me exclusivamente a ficar observando formigas passeando em placas eletrônicas? Olha,  pelas formigas, eu largava os motores na hora.

Este blog faz cinco anos.

2009 Maio 15
by carla

Hoje, 15 de maio. Faz 5 anos que comecei a escrever o blog, como não se poderá notar nos arquivos.  Perdi um bocado deles.  Mas, acredite, é verdade. Eu, que sou inconstante pra ca-gam-ba, homicida serial de blogs, estou conseguindo manter este há cinco anos. Cinco anos, negada. Cinco anos pra um blog são quase duas vidas.

E como eu não tenho muita disciplina (e nem muito assunto), é que me orkuticidei faz o maior tempão, não vou aderir ao Facebook,  nem vou twitar.

Como a data não poderia passar em branco, mudei o template. Template comemorativo, né? Chique.  Todo template novo que o WordPress inventa, eu uso. Depois volto ao antigo. Mas parece que eu gostei desse. Vejamos quantos dias vai durar.

Misses separadas no nascimento.

2009 Maio 12
by carla

Impressão minha ou elas parecem gêmeas? E se parecem com as misses do ano passado e retrasado – cuja semelhança é tanta que ambas se chamam Natália? À exceção de umas 3 do concurso deste ano, todas pareceram  ser irmãs. Cara duma, fucinho da outra. 

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Ah, mas teve uma coisa que eu a-do-guei: a Miss Goiás é estudante de engenharia. Elétrica. Tá, eu sei. Não faz diferença. Podia ser de qualquer profissão. Mas pra quem aguenta dia-a-dia a piadinha desgraçada: Quer ser bonita ou quer ser engenheira? foi a redenção das almas.

Pelado todo mundo fica, todo mundo é.

2009 Maio 8
by carla

Nessa semana houve furduncio por aqui.

Estávamos trabalhando com a corda amarrada no pescoço por causa do prazo, não se ouvia nem uma mosquinha a não ser o tlec tlec dos computadores, quando a Jacira entra na sala esbaforida, estupefacta e assustada como se tivesse visto o próprio Frankestein depois do terremoto.

Vinha ela balançando uma foto na mão, toda indignada, como se fosse a mensageira do apocalipse.

-Que é isso, Jacira?

-Meu chefe. Olha. Gente. Pelado. Nu. Ele. A mulher dele. Mais gente.

A Jacira não falava coisa com coisa, não respirava, não tomava fôlego pra contar o que tava acontecendo, então nós arrancamos a foto da mão dela pra ver.

De fato era uma foto curiosa, pra não dizer engraçada. Equivalente a uma foto da reunião de 2008 dos formandos de 1978 (pra você ter uma noção da idade do povo), umas dez pessoas com o semblante mais natural do mundo, como se estivessem posando para a posteridade e… peladões.

Entre eles, o Amadeu, chefe da Jacira.

A mulher se agitava e retorcia, dizia que era o fim dos tempos mesmo, como é pode um senhor tão católico-apostólico, vive dando palestra de catequese, juntamente com sua senhora, eles voltaram ao pecado de Adão e Eva, deus condena a serpente, agora não tinha salvação, nem adiantava rezar. E o pior, daqui pra frente, como ficaria a imagem da empresa? Já pensou se isso sai no jornal, minha gente? (A Jacira tem um hábito de falar “minha gente”)

Nudismo, no código penal da Jacira é um crime sem fiança, defesa, nem salvação.

Depois de tanto vixe-maria e cruz-credo, descobriu-se que o Amadeu e sua senhora – com um modesto corpicho de 120 quilos – são naturistas, frequentam praia de nudismo, têm o mais antigo hábito do mundo que é deixar tudo balançando conforme o vento e a gravidade, é presidente de uma associação de peladões da meia idade naturistas e a foto está na internet, na página inicial da associação pra quem quiser ver.

Ou não.

Porque olhar praquela foto linda requer estômago bom.

Fiquei pensando na idéia. Sair por aí sem roupa, tirando foto, com  120 quilos e 65 anos, ainda mais nesse frio. Eu hein.

Não é pra qualquer um.

Povo corajoso.

E a imagem da empresa? Vai como sempre foi. Nem um arranhão a mais.

Parece que todo mundo continua mais preocupado com os prazos de que com o peladão.

Exceto a Jacira, claro.

Diversão Completa Em Um Escritório de Engenharia

2009 Maio 6
by carla

QUAL É O PRÓXIMO NÚMERO DA SEQUÊNCIA ABAIXO?

1, 2, 6, 42, 1806, _____???

  

A resposta do  problema é a senha de um arquivo.

(Se você resolver, peça o arquivo aqui nos comentários, que eu mando pro seu e-mail.)
Coloque o seu nome no arquivo entre as pessoas que encontraram a solução e  desafie seus amigos.
*

 Recebi por e-mail o desafio. Ao invés de encaminhar, posto. Quem quiser, fique à vontade. Só não esqueça de me contar no que deu. É bem facinho e óbvio – claro, depois de resolvido. Mas, olha, eu tenho um colega que está aqui tentando combinações, fatoriais, etc até agora. Acho que hoje ele não dorme e amanhã a mulher dele vem até aqui esganar a gente.

Já disse que eu adoro sequências numéricas interessantes e às vezes até sonho com elas?

2009 Maio 4
by carla

Sabe quando você lê um post, imagina a cena e não consegue mais parar de rir?

Eu também, Dr.

2009 Abril 24
by carla

Olha, se eu fosse você, leria o post do Contardo Calligaris de hoje:

“Na verdade, a seleção para chegar até à final talvez seja o que mais diverte as plateias, nos teatros de gravação ou em casa: o vexame da maioria dos concorrentes funciona como um bálsamo para todas as covardias que nos impedem de correr atrás de nossos sonhos. Algo assim: “Olhe o que aconteceu com quem ousou. Ainda bem que eu não fui!”.”

O texto todo? Aqui.

2009 Abril 22
by carla

Se Deus fez alguma coisa mais confusa do que Eletromagnetismo eu acho que, sinceramente, guardou pra Ele. Pra nossa sorte.

*

Então, hoje chegaram os livros que comprei na Saraiva O Doido da Garrafa e O Homem que Só Tinha Certezas – ambos da Adriana Falcão e, é claro, a gramática da “novíssima” língua portuguesa  - que motivou a compra. Prometi a mim mesma que só posso ler os livros de contos se estudar uns capítulos da gramática. A gente até cresce, mas não perde nunquinha a mania de premiação.

Brinde II.

2009 Abril 20
by carla

Iríamos reclamar pra quem? Pro Bispo. Não, né.

Então fomos reclamar no Procon.

Quando a dupla de dois advogados me atendeu, simpaticamente ouviu a história e depois disseram:

-A senhora assinou o recibo do correio?

-Sim.

Eu não ouvi nenhuma voz, não vi nenhum gesto, mas juro que por dentro daquelas cabecinhas pretensamente camaradas ecoava um pensamento:

-Então agora paga, besta.

 

E foi assim que caímos no conto da Brasiltelecom.

 

E foi assim que a Brasiltelecom perdeu um cliente que era fiel há 28 anos. E a GVT acaba de ganhar uma cliente novinha em folha.

Brinde.

2009 Abril 20
by carla

Eu sabia.

A minha hora também ia chegar. E eu sabia que não tardava muito.

Chegou. Sexta-feira, mais precisamente às 13 horas.

Minha vez de sentir tanto ódio da Brasiltel*com que eu passaria o restante da tarde espumando pior do que cachorro doido.

Em quase todos os blogs que acompanho tem uma reclamação a respeito. Eu lia, achava um pouco de exagero (história de blog, sabe como é? Aumentadas as proporções pra ser mais interessante de contar), mas nada como a realidade cuspindo na cara da gente…

O caso se deu assim:

Nos enviaram em casa um produto que nós não pedimos (Um modem 3g). Tentamos devolver (o presentinho de grego)  e todas as vezes que ligávamos, ouvia-se: a senhora poderá estar ignorando as faturas que elas poderão parar de vir nos próximos meses. Isto, é claro,  nas raras vezes em que conseguíamos falar com um humano.  Na maior parte do tempo das vezes ficávamos na musiquinha mesmo: Aguarde, você será atendido em alguns instantes. Ouvindo aquele Jazz maldito por 40, 50 minutos.  Apertando a opção desejada, repetindo a mesma história para cada um dos atendentes tapados e robótizados. Até encher o saco.

No fim das contas, fizemos  um negócio da china: vamos pagar 300 dinheiros para cancelar uma assinatura de um produto que nós não solicitamos (um brinde, segundo a própria Brasil-tele-porcaria).

mas já que eu cheguei até aqui…

2009 Abril 20
by carla

acho que vou vencer o cansaço, o desânimo e, principalmente a birra, e tentar mais um pouco.

Foi mais ou menos assim

2009 Abril 17
by carla

Passei os quatro dias do feriado passado estudando.

E tenho passado boa parte das noites estudando também.  Textos incompreensíveis e simulações de circuitos num programa que estou tendo que aprender nas carreiras.  Olha, eu achava que essa era uma boa época pra fazer mestrado. Eram só duas aulas por semana e o assunto é semelhante ao que venho trabalhando ao longo da minha vida profissional. Eu sou tola, eu acreditei.

O que eram duas aulas de 3 horas por semana viraram 4 aulas de 1h30 – sendo uma delas no sábado. O que significa me ausentar discretamente (se isso é possível) do trabalho 3 vezes na semana, durante o expediente. O chefe implica com as ausências, o professor implica com meus atrasos.  Eu tento fazer todas as atividades, mas não concluí nenhuma.

Na prática, acabei concluindo que mestrado é uma coisa que se faz quando é possível se dedicar exclusivamente. Ou fui eu quem escolhi uma área inadequada. Quem sabe se meu projeto fosse outro…

Agora, pra mim que tenho um emprego formal e uma porção de prestações de serviço (o famoso bico), foi um tiro no pé. E como está doendo.

Recado.

2009 Abril 13
by carla

 

 

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Os diamantes são indestrutíveis?
Mais é meu amor.
O mar é imenso?
Meu amor é maior,
mais belo sem ornamentos
do que um campo de flores.
(…) mais tenaz que o rochedo.
Ama e nem sabe  o que mais ama.

[Adélia Prado]

[Ilustração: Anna Cunha]

Ele ficou meio cismado porque quase não aparece no blog. Porque eu sou superticiosa e quase não coloco fotos nossas. Então preciso explicar que se for pra roubar um banco, dominar o mundo, atravessar o deserto - qualquer outra dessas aventuras que a vida impõe às vezes - eu tenho coragem se for com ele. Porque ele é inteligente, esperto, engraçado, carinhoso, companheiro. Como em quase tudo a gente está junto, mesmo quando não fisicamente. Então escrevo isso para que ele saiba, para que ele se lembre que é mais ou menos assim, como no poema. Bom dia, Amore.

Enquanto Isso

2009 Abril 8
by carla

Estava escrito na camiseta dos alunos de Física:

2009 Abril 1
by carla

Deus disse:

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E fez-se a Luz.

 
[Resumo das minhas primeiras semanas de aula: Recordações dasEquações de Maxwell. E eu boiando...]

Levanta o dedo quem:

2009 Abril 1
by carla

-Cumprimenta uma pessoa pelo aniversário dizendo Feliz Na…tal. E só se dá conta do engano quando as pessoas em volta começam a rir.

-Ao fazer uma pergunta, durante uma aula, não consegue acertar a palavra fa-bri-can-te e diz frabicante, fabicante, fabricrante.

-Deixa a chave do carro cair dentro dele e não encontra mais. E se atrasa pro trabalho porque não consegue ligar o carro.

-Pega a bolsa, derruba a pasta, pega a pasta, derruba a calculadora, pega a calculadora, derruba a lapiseira…

Eu levanto o dedo: Bom dia, meu nome é Carla e eu tenho vergonha de parecer uma personagem estabanada e caricata de uma comédia romântica manjada.

Gastronomia

2009 Março 27
by carla

Dando sequência aos parangolés do mês da mulher, hoje na Repartição, participamos de uma Oficina de Gastronomia. Saca só o gramour. Eu quero contar tudinho. E anotar todas as dicas que é pra não esquecer. Mas agora não porque eu digitei um post gigantesco aí embaixo, os dedins tão ardendo e eu ainda preciso fazer o deverrrrr de casa porque amanhã tem aula. Ah é. Eu tenho que contar tudim também sobre a primeira semana de aula.